triste. Não tem lado pra virar. Qualquer um é a mesma coisa. Por que não corto os pulsos? Boa pergunta. E aí? Por que?
então, não sei. Acho que não gosto de dor física. Sangue. Essas coisas. Apesar do corpo inteiro latejar. Acho também que tenho uma meia dúzia de coisas a acertar com essa entidade substrata chamada vida. Teimosia, missão ou lição de casa, vou tocando o barco rio abaixo, rio acima. Com a mão. Os remos eu perdi. Choro feito uma madalena. Às vezes caio na risada feito uma idiota. E vou em frente.
é isso e é assim. Por que não corto os pulsos? Ainda me encanto com a paisagem, mesmo que ela seja hostil. Penso: que seja ela a me derrotar. E que seja uma poesia breve, um samba de breque. Ops. Era uma sonho, acordei.
domingo, 13 de junho de 2010
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