do tempo que é mestre e algoz:
- temos horror da velhice. No entanto, corremos feito loucos para chegar lá antes dos outros.
- como querer saber mais. Sobretudo, sobre tudo. Rapidamente.
- perdemos tempo na vertiginosa velocidade, acreditando que ganhamos. É nossa maçã. Suculenta e perversa.
- é no passo depois do outro que enxergamos o entorno. A 120 vemos borrões. É preciso decobrir o tempo certo para vermos o contorno, o entorno e o centro.
- já conseguimos os pixels. Qualquer hora dessas algum vagabundo trará novidades de mais. É diáletico mesmo. Ou simplesmente uma piada de quem não tem o que fazer.
- no final de tudo viraremos minério. Do pó ao pó. E há quem diga que eu dormi de touca por acreditar que o topo da cadeia são as montanhas. Nosso cérebro eletrônico.
Se é que você me entende.
- E não. Só explicarei a idéia a quem perguntar.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário